segunda-feira, 29 de junho de 2015

Contar de si

O quanto falar é difícil
penoso dizer o que sente
se mostrar, se despir
para que todos possam 
enxergar o que de fato 
há dentro de ti

Quanto choro, lagrimas 
acumuladas no coração
Quantos sonhos vividos, 
desperdiçados e muitos
outros ainda sonhados

Quanta alegria se viveu
quantos sorrisos se deu
Abraços longos, carinhos
e afagos o coração aqueceu

Como contar que apesar
dos tombos, das quedas
decepções e medo de perder
o amor prevaleceu.
Há esperança.
Ela ainda não morreu!



Autora: Wanderly Nepomuceno

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